
Dauane de Campos
Graduada em Direito pela Universidade de Mogi das Cruzes, advogada há mais de nove anos, especialista em Processo Civil pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Escola Superior da Advocacia – ESA.
Foi presidente da Comissão da Jovem Advocacia da OAB Santa Isabel no triênio 2022–2024.
Sua atuação é voltada à condução de demandas cíveis complexas, família e sucessões, planejamento sucessório e Direito do Trabalho, com atenção à estratégia processual, organização documental, prevenção de riscos e condução cuidadosa de disputas sensíveis.
Na área cível, o trabalho parte da compreensão dos fatos, dos documentos e das relações jurídicas envolvidas. Contratos, obrigações, responsabilidade civil e controvérsias patrimoniais podem exigir tanto medidas preventivas quanto atuação em processos judiciais, sempre considerando os riscos concretos e os objetivos apresentados pelo cliente.
Em Família e Sucessões, Dauane acompanha questões que envolvem patrimônio, vínculos familiares e decisões de longo prazo. Divórcio, guarda, alimentos, partilha, inventário, testamento e planejamento sucessório demandam organização das informações e uma comunicação cuidadosa, especialmente quando existem interesses de crianças, empresas familiares ou bens compartilhados.
O planejamento sucessório é tratado como um processo de análise e organização. A estrutura patrimonial, a composição familiar, os documentos existentes e a vontade das pessoas envolvidas precisam ser examinados antes da escolha dos instrumentos jurídicos adequados. A orientação não substitui decisões pessoais, mas oferece bases técnicas para que elas sejam tomadas com maior clareza.
No Direito do Trabalho, sua formação específica contribui para a leitura de relações contratuais, obrigações e documentos trabalhistas. A atuação considera as particularidades de cada vínculo e a necessidade de compatibilizar a estratégia jurídica com a realidade apresentada por trabalhadores ou empresas.
Ao longo do atendimento, a organização documental e a definição de prioridades ajudam a tornar compreensíveis situações que podem reunir aspectos pessoais, patrimoniais e processuais. A comunicação procura distinguir o que já está documentado, o que ainda precisa ser comprovado e quais decisões dependem de avaliação do cliente. Essa forma de trabalho é especialmente relevante em demandas familiares e sucessórias, nas quais as consequências jurídicas convivem com relações que podem continuar depois do encerramento do procedimento.
